| 1.
Qual a melhor época do ano para se fazer
uma cirurgia plástica? |
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Não
existe uma estação do ano mais propícia
à realização de uma cirurgia
plástica. O mito que se criou no Brasil
de que "no inverno é melhor"
só serve para aquelas pessoas que não
abrem mão da praia ou da piscina no verão. |
| 2.
Por que não se deve tomar sol após
operar? |
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Pacientes
que tomam sol precocemente após uma cirurgia estão
sujeitas ao escurecimento das cicatrizes e ao
aparecimento de manchas na pele. Problemas difíceis
de tratar e que comprometem o resultado. |
| 3.
Cirurgias plásticas são isentas
de riscos? |
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Como qualquer
ato médico, uma cirurgia plástica
tem riscos em relação à integridade
física e à saúde do paciente.
Para minimizar estes riscos, o paciente deve ser
submetido a um minucioso interrogatório
por parte do médico a respeito de sua saúde
e seus antecedentes.
São pedidos exames complementares que forem
necessários e especial atenção
deve ser dada à escolha da clínica
ou hospital. |
| 4.
Há a necessidade de se trocar próteses
periodicamente? |
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Não
há nenhuma necessidade de se substituir
preventivamente um implante, seja de mamas, glúteos
ou panturrilhas. Como qualquer coisa, o implante
de silicone sofre um desgaste com o tempo, já
previsto por quem confecciona estas próteses
mais modernas.
O que pode ser feito é um acompanhamento
periódico por exames complementares. |
| 5.
É melhor operar em clínicas ou em
hospitais? |
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Depende das
necessidades em relação ao procedimento
cirúrgico e em relação ao
perfil do paciente. Cirurgias sob anestesia local
ou bloqueios, em pacientes com boa saúde
podem ser feitas confortavelmente em uma clínica
bem aparelhada.
Pacientes com algum antecedente importante de
doença prévia, hipertensos, cardiopatas
ou aqueles que vão fazer cirurgias combinadas
devem ser alojados sempre em hospital. |
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| 6.
A anestesia é perigosa? |
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Anestesia
é um ato médico e logicamente há
um risco que o acompanha. Um paciente bem preparado,
do ponto de vista clínico, nas mãos
de um bom profissional em uma boa clínica
ou hospital diminui este risco a uma possibilidade
bem pequena.
A técnica e as drogas anestésicas
evoluiram muito nos últimos anos o que
aumentou sobremaneira a segurança da anestesia. |
| 7.
Há como saber se vou ter uma boa cicatrização? |
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Cicatrizes
antigas podem ser um indicativo da maneira de
cicatrizar de uma pessoa. Independente de todo
o cuidado técnico do cirurgião existem
pessoas que cicatrizam melhor que outras.
Quelóides e cicatrizes hipertróficas
são mais comuns em pessoas de ascendência
negra oriental e judia, porém não
são exclusividade destes grupos raciais. |
| 8.
Como devo escolher o meu cirurgião? |
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Indicações
de outros médicos, amigos são os
caminhos mais usuais para se chegar ao profissional.
A empatia criada já na primeira consulta
é muito importante. O paciente deve se
identificar e estabelecer uma relação
de confiança com o médico.
Telefone para a Sociedade Brasileira de Cirurgia
Plástica (fone : (11) 3826-1499) ou acesse
www.cirurgiaplastica.org.br
e consulte se o profissional em questão
tem título de especialista. Este título
não garante o talento profissional mas
significa que o médico teve uma formação
adequada. |
| 9.
O que devo esperar de uma cirurgia plástica?
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Todo paciente
que procura um procedimento estético deve
estar almejando uma melhoria na sua qualidade
de vida, uma maior harmonia entre seu corpo e
espírito. Cirurgias plásticas são
incapazes de resolver problemas pessoais e em
particular afetivos.
Uma conversa franca com o seu médico a
respeito das possibilidades e limitações
para o seu caso específico é muito
importante. |
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| 10.
Existe a possibilidade de maus resultados ? |
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Todo procedimento
médico é um ato que envolve certa
dose de risco, inclusive quanto ao resultado de
uma cirurgia estética. A escolha de um
bom profissional, a boa saúde do paciente,
uma boa indicação e execução
da técnica mais adequada para cada caso,
aliado aos cuidados do paciente em relação
às recomendações médicas
são fatores que tendem a minimizar o risco
de um mau resultado.
Porém existem muitas outras variáveis
relacionadas a aspectos constitucionais do paciente
que muitas vezes não são previsíveis
ou controláveis, como, por exemplo, características
de cicatrização. |
| 11.
Qual o tempo de repouso após uma cirurgia?
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Varia
de acordo com o procedimento. Por exemplo, um
paciente submetido a uma lipoaspiração
de médio porte costuma ser liberado para
exercícios leves após o quarto dia.
Já uma pessoa que fez uma cirurgia plástica
convencional do abdome necessitará de um
repouso prévio de três a quatro semanas. |
| 12.
O que é a cola cirúrgica? |
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Colas cirúrgicas
são materiais que se destinam a promover
a adesão de tecidos, substituindo pontos
em algumas situações. Existe uma
para uso externo, na pele, e outra para uso nos
tecidos internos à base de fibrina. |
| 13.
É possível rejuvenescer sem cirurgia? |
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O rejuvenescimento
através de recursos não cirúrgicos
como peelings, implantes faciais e aplicações
de Botox é uma realidade, principalmente
para os pacientes entre 30 e 40 anos.
Após esta faixa etária as marcas
do envelhecimento já são maiores
e o uso apenas destes métodos tem resultado
muito limitado. |
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| 14.
Aplicações de produtos para gordura
localizada funcionam? |
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Aplicações
mesoterápicas e de produtos como enzimas
não têm fundamentação
científica e são absolutamente inócuas.
Normalmente estas "terapias" são
indicadas junto com um regime alimentar e é
este que têm algum efeito. |
| 15.
Quanto tempo leva para aparecer o resultado de
uma cirurgia plástica? |
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Depende da
cirurgia em questão. Em geral o paciente
já nota as mudanças após
três semanas, quando parte do inchaço
já se foi. Porém uma lipoaspiração
demora em média seis meses para atingir
o resultado definitivo, um nariz operado vai atingir
sua melhor forma após 1 ano. |
| 16.
É possível amamentar após
a colocação de implantes em mama? |
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Sem problema
nenhum. O implante fica posterior a glândula
e não interfere em sua capacidade funcional. |
| 17.
A prótese atrapalha o diagnóstico
de um tumor de mama? |
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Por estar
atrás da glândula não atrapalha
o auto exame da mama, nem aquele feito pelo ginecologista.
Os radiologistas, que analisam os resultados das
mamografias preventivas já estão
habituados com a presença dos implantes,
pelo grande número de mulheres que o possuem,
e não têm dificuldades no diagnóstico. |
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